{"id":756,"date":"2025-12-24T20:43:54","date_gmt":"2025-12-24T20:43:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.anglicananobrasil.com\/on\/?p=756"},"modified":"2025-12-24T20:45:09","modified_gmt":"2025-12-24T20:45:09","slug":"756-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.anglicananobrasil.com\/on\/756-2\/","title":{"rendered":"Boas Festas ou Feliz Natal?"},"content":{"rendered":"\n[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/www.anglicananobrasil.com\/on\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/gafcon-1.png&#8221; title_text=&#8221;gafcon 1&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.27.5&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;]<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando o nome desaparece, o sentido tamb\u00e9m se perde<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong>Desde crian\u00e7a, quando chegava essa \u00e9poca, as sauda\u00e7\u00f5es, lembro bem, deixavam de ser: \u201ctudo de bom!\u201d, \u201cat\u00e9 mais!\u201d ou outra qualquer e se tornavam: \u201cFeliz Natal\u201d e \u201cPr\u00f3spero Ano Novo\u201d. A verdade \u00e9 que todos os anos, ao nos aproximarmos do fim de dezembro, somos envolvidos por um clima de celebra\u00e7\u00e3o. Ruas iluminadas, vitrines decoradas, confraterniza\u00e7\u00f5es, m\u00fasicas conhecidas. No entanto, quanto mais o cen\u00e1rio se torna festivo, mais silencioso parece o motivo real da celebra\u00e7\u00e3o. A troca da express\u00e3o <em>\u201cFeliz Natal\u201d<\/em> por <em>\u201cBoas festas\u201d<\/em> \u00e9 apenas um sintoma vis\u00edvel de algo mais profundo: a perda progressiva do sentido do Natal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E aqui a pergunta precisa ser feita com honestidade: isso \u00e9 apenas uma adapta\u00e7\u00e3o de linguagem ou estamos, de fato, perdendo o centro da celebra\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando o Natal vira apenas um per\u00edodo, e n\u00e3o um acontecimento<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, fala-se amplamente em <em>\u201cper\u00edodo de festas\u201d<\/em>, <em>\u201ctemporada natalina\u201d<\/em> ou <em>\u201crecesso de fim de ano\u201d<\/em>. O Natal deixa de ser um acontecimento singular para se tornar parte de um pacote gen\u00e9rico de celebra\u00e7\u00f5es. Ele passa a ser definido mais pelo calend\u00e1rio comercial do que pelo calend\u00e1rio crist\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong>Vemos, por exemplo:<\/strong><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>Escolas realizando \u201cfestas de encerramento\u201d sem qualquer refer\u00eancia ao Natal;<\/li>\n<li>Apresenta\u00e7\u00f5es infantis substituindo o pres\u00e9pio por personagens neutros ou gen\u00e9ricos;<\/li>\n<li>M\u00fasicas natalinas esvaziadas de qualquer refer\u00eancia \u00e0 encarna\u00e7\u00e3o, focando apenas em clima, afeto ou consumo;<\/li>\n<li>Campanhas p\u00fablicas cuidadosamente elaboradas para evitar qualquer men\u00e7\u00e3o ao nascimento de Jesus.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Nada disso acontece por acaso. Trata-se de uma tentativa de \u201cdesreligiosizar\u201d uma festa que, por natureza, \u00e9 teol\u00f3gica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A substitui\u00e7\u00e3o do conte\u00fado pelo clima<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong>Outro sinal claro da perda de sentido \u00e9 a substitui\u00e7\u00e3o do conte\u00fado pelo clima. O Natal passa a ser celebrado como um sentimento: paz, fraternidade, solidariedade. Esses valores s\u00e3o bons, desej\u00e1veis e profundamente crist\u00e3os. O problema \u00e9 quando eles s\u00e3o apresentados sem a fonte que os sustenta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fala-se de paz, mas n\u00e3o do Pr\u00edncipe da Paz. Fala-se de amor, mas n\u00e3o daquele que \u201cnos amou primeiro\u201d. Fala-se de esperan\u00e7a, mas n\u00e3o da encarna\u00e7\u00e3o que a fundamenta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O resultado \u00e9 um Natal bonito, por\u00e9m vazio; agrad\u00e1vel, por\u00e9m fr\u00e1gil; emocional, mas n\u00e3o transformador. Um Natal que depende do humor coletivo e n\u00e3o de uma verdade eterna.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O apagamento do nome \u00e9 o apagamento da hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Natal \u00e9 uma palavra carregada de significado. Ela aponta para a natividade, para um nascimento espec\u00edfico, em um lugar espec\u00edfico, em um tempo espec\u00edfico. Quando deixamos de nomear o Natal, deixamos tamb\u00e9m de contar sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A B\u00edblia n\u00e3o trata o nascimento de Jesus como um mito inspirador, mas como um evento real:<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>Houve uma manjedoura,<\/li>\n<li>Houve pastores,<\/li>\n<li>Houve uma crian\u00e7a,<\/li>\n<li>Houve uma promessa cumprida.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando o nome desaparece, a hist\u00f3ria se dissolve. O Natal se torna intercambi\u00e1vel com qualquer outra celebra\u00e7\u00e3o de fim de ano. E aquilo que \u00e9 intercambi\u00e1vel, com o tempo, se torna descart\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A noite que precisa ser afirmada<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 algo profundamente simb\u00f3lico no fato do Natal ser celebrado \u00e0 noite. Foi na noite que os anjos anunciaram aos pastores. Foi na noite que a luz brilhou nas trevas. Em uma noite comum, Deus fez algo extraordin\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, h\u00e1 noites que precisam ser afirmadas, n\u00e3o relativizadas. O Natal n\u00e3o \u00e9 apenas um intervalo entre dois feriados. \u00c9 a noite em que a Igreja proclama: <em>\u201cHoje vos nasceu o Salvador\u201d<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o afirmar isso, especialmente na pr\u00f3pria comunidade crist\u00e3, \u00e9 aceitar que o sil\u00eancio substitua o an\u00fancio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00e3o se trata de impor, mas de testemunhar<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Reafirmar o sentido do Natal n\u00e3o \u00e9 um ato de intoler\u00e2ncia cultural. \u00c9 um ato de coer\u00eancia espiritual. A f\u00e9 crist\u00e3 nunca avan\u00e7ou pela imposi\u00e7\u00e3o, mas sempre pela proclama\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dizer <em>\u201cFeliz Natal\u201d<\/em> n\u00e3o \u00e9 exigir que todos creiam, mas \u00e9 assumir publicamente o que cremos. \u00c9 reconhecer que a nossa alegria n\u00e3o vem apenas do encontro, da ceia ou do descanso, mas do fato de que Deus entrou na nossa hist\u00f3ria. Quando a Igreja se cala, o Natal n\u00e3o se torna mais inclusivo; torna-se apenas mais raso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Festas passam. O Natal anuncia algo eterno<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong>Festas acabam. As luzes se apagam. As m\u00fasicas param. O com\u00e9rcio desmonta suas vitrines. Mas o Natal, enquanto an\u00fancio, permanece. Permanece porque fala de algo que o mundo continua a necessitar: reconcilia\u00e7\u00e3o com Deus, sentido para a vida, esperan\u00e7a que n\u00e3o depende das circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, talvez a pergunta n\u00e3o seja apenas <em>\u201cBoas festas ou Feliz Natal?\u201d<\/em>, mas: O que estamos dispostos a perder para n\u00e3o afirmar aquilo que celebramos?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Igreja n\u00e3o precisa gritar. Mas tamb\u00e9m n\u00e3o pode se esconder. Em tempos de confus\u00e3o de sentidos, afirmar o Natal \u00e9 um ato de fidelidade. Porque festas h\u00e1 muitas. Mas Natal \u00e9 o an\u00fancio de que Deus veio at\u00e9 n\u00f3s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E isso, sim, faz toda a diferen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Qual \u00e9 a sua sauda\u00e7\u00e3o? A minha continua sendo&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Feliz Natal<\/strong> e aben\u00e7oado e um <strong>pr\u00f3spero Ano Novo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse \u00e9 o meu desejo para voc\u00ea!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Miguel Uchoa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bispo Primaz<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Igreja Anglicana no Brasil<\/p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_image src=&#8221;https:\/\/www.anglicananobrasil.com\/on\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/gafcon-1.png&#8221; title_text=&#8221;gafcon 1&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][et_pb_row column_structure=&#8221;1_2,1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_button button_url=&#8221;https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1LIHRPRKnPR6UOc7PMu06Nb9UqUzI6mRy\/view?usp=sharing&#8221; url_new_window=&#8221;on&#8221; button_text=&#8221;DOWNLOAD VERS\u00c3O PORTUGU\u00caS&#8221; button_alignment=&#8221;center&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_button=&#8221;on&#8221; button_text_size=&#8221;18px&#8221; button_text_color=&#8221;#FFFFFF&#8221; button_bg_color=&#8221;#a58b60&#8243; button_icon=&#8221;&#xf56d;||fa||900&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][\/et_pb_button][\/et_pb_column][et_pb_column type=&#8221;1_2&#8243; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_button button_url=&#8221;https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1b7dk8ie2UBDrirzeppCe_hRo8KME3WJR\/view?usp=sharing&#8221; url_new_window=&#8221;on&#8221; button_text=&#8221;DOWNLOAD THE ENGLISH VERSION&#8221; button_alignment=&#8221;center&#8221; _builder_version=&#8221;4.27.4&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; custom_button=&#8221;on&#8221; button_text_size=&#8221;18px&#8221; button_text_color=&#8221;#FFFFFF&#8221; button_bg_color=&#8221;#a58b60&#8243; button_icon=&#8221;&#xf56d;||fa||900&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][\/et_pb_button][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando o nome desaparece, o sentido tamb\u00e9m se perde \u00a0Desde crian\u00e7a, quando chegava essa \u00e9poca, as sauda\u00e7\u00f5es, lembro bem, deixavam de ser: \u201ctudo de bom!\u201d, \u201cat\u00e9 mais!\u201d ou outra qualquer e se tornavam: \u201cFeliz Natal\u201d e \u201cPr\u00f3spero Ano Novo\u201d. 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